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Guerra Civil (1981)
Fim do Mundo (1983)
Piolho (1985)
Em Caso de Acidente... Quebre Este Disco!
                          (1989)
Gloomland (1994)
Farawayers (1996)
Em Caso de Acidente... Quebre Este Disco
                          (1989, relançado em 2000)
Technolorgy (2002)
Pega Varetas (Mêu Páu de Sêbo) (2003)
Não Pode Ser Vendido Separadamente
                          (2007)
ROCK (2011)
Ainda (2012_ Ninguem Pediu - 2014 Technolorgy relançado em 2012
ACIDENTE é a banda de Rock
                Independente com 14 lançamentos (1978/2016)
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Apresentação do CD   -  
Músicas   -   Artigo do Arthur Dapieve
  -  Convidados


ninguém pediu
2014
Zunga, Scubi e Mala - Acidente 2014ninguém pediu - STOLEN 10
ZUNGA EZZAET – guitarras, baixo, programação de bateria, backing vocals
PAULO MALÁRIA – teclados, voz (exceto *) e backing vocals
HELIO JENNÉ – voz (*1, 8, 15, 19) e backing vocals
 
Convidados:
KELCE MORAES – vocais (3, 13, 22)
ROGER GAITA – gaita (8, 16)



Apresentação do Ninguém Pediu

O Acidente estava longe no tempo e no espaço, perdido num mundo de sonhos, quando o jornalista Arthur Dapieve publicou em 5-8-2011 uma crônica de meia página intitulada "Antes da explosão" no jornal de maior circulação do Rio, o último espaço onde as grandes gravadoras, editoras e empresários quereriam ver qualquer menção a uma desconhecida banda independente do passado remoto, que sumira sem deixar lembranças.

O consagrado colunista dedicou seu lidíssimo espaço semanal para comentar o nosso humilde album "Rock". Era o relançamento em CD dos 3 vinis que o Acidente havia gravado na década de 80 e, embora nada mais tenha acontecido com o disco (você o ouviu uma única vez que fosse no rádio?), as poderosas palavras do Dapieve bastaram para nos indicar o caminho: continuar. Meter o pé de novo na estrada, aliás, no estúdio. Seguiram-se 2 albuns de repertório inédito muito diferentes em estilo e proposta: "Ainda" (2012), com um pezinho no hard e outro no progressivo, e agora este "Ninguém Pediu", que envereda por outras praias e certas vezes (nem sempre) faz lembrar exatamente o clima e os tempos do "Rock". Muitos músicos que participaram dos discos anteriores do Aça não estão presentes (quem sabe um dia?), mas o trio remanescente representa com absoluta propriedade todas as tão distintas fases anteriores do Acidente desde sua fundação em 1978, com participações especiais igualmente dignas de crédito.

Por isso, grande Dapi, mais uma vez nos desculpe por ter faltado o agradecimento no encarte do "AInda", mas há males que vêm pra bem, porque é aqui no "NInguém Pediu" que você e todos os que o escutarem encontrarão mais daquilo que o Acidente poderia ter gravado naquele campo minado do "BRock" e até antes disso, já que em boa parte do novo album demos um mergulho demorado nos anos 70 para refrescar nossos espíritos cansados dessa longa batalha que nunca termina.


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Músicas e Videos
(CLIQUE PARA ASSISTIR OS ALIDESHOWS E VER AS LETRAS)

1 - A ÚLTIMA GERAÇÃO DE INCOMPETENTES  2’50"
(Helio Jenné - Raul Branco) BR-PIZ-13-00001

2 - POR QUEM OS SINOS DOBRAM 3’35"
(Paulo Malária) BR-PIZ-13-00002

3 - POR NÓS 3’31"
(Helio Jenné - Nina Victor - Leandro Brasil) Vocais: KELCE MORAES
BR-PIZ-13-00003

4 - ONTEM FOI DIA DE ROCK 3’31"
(Paulo Malária) BR-PIZ-13-00004

5 - IT`S SO COMPLETED TO ME 2’51"
(Paulo Malária) BR-PIZ-13-00005

6 - DISCURSO DO EXMO. 1’47"
(Paulo Malária) BR-PIZ-13-00006

7 - ROCK RURAL 3’51"
(Paulo Malária) BR-PIZ-13-00007

8 - FLAUTA CHACAL 3’20"
(José Carlos Teixeira) Gaita:ROGER GAITA BR-PIZ-13-00008

9 - LEAVIN' HOME 2’25"
(Paulo Malária) BR-PIZ-13-00009

10 - DE TEMPOS E COSTUMES 1’42"
(Zeca Pereira) BR-PIZ-13-00010

11 - AVE DO PARAÍSO 2’16"
(Paulo Malária) BR-PIZ-13-00011

12 - AS EMOÇÕES IMORREDOURAS DO ROCK’N’ROLL (Tribute to Chuck Berry’s "Johnny B. Goodie") 1’46"
(Paulo Malária) BR-PIZ-13-00012

13 - SOL E LUA 2’45"
(Helio Jenné - Nina Victor - Leandro Brasil) Vocais: KELCE MORAES
BR-PIZ-13-00013

14 - DOWN BY THE HIGHWAY 3’20"
(Paulo Malária) BR-PIZ-13-00014

15 - POBRE MANGUE 3’13"
(Paulo Malária) BR-PIZ-13-00015

16 - HORA DO SHOW 2’14"
(Helio Jenné - Raul Branco) Gaita: ROGER GAITA  BR-PIZ-13-00016

17 - EU NÃO TINHA NADA PRA FAZER 2’29"
(Paulo Malária) BR-PIZ-13-00017

18 - A LENDA DO COELHINHO 2’44"
(Paulo Malária) BR-PIZ-13-00018

19 - MORCEGOS VERMELHOS 3’35"
(José Carlos Teixeira) BR-PIZ-13-00019

20 - METAMORFOSE 2’13"
(Paulo Malária) BR-PIZ-13-00020

21 - ODE A MIM 3’12"
(Paulo Malária) BR-PIZ-13-00021

22 - CONFESSIONAL 3’59" (Helio Jenné - Nina Victor - Leandro Brasil) Vocais: KELCE MORAES BR-PIZ-13-00022

23 - PÃO E SOPA 2’13" (Paulo Malária) BR-PIZ-13-00023

24 - (VOCÊ ANDOU) FUMANDO MACONHA 2’13" (Paulo Malária) BR-PIZ-13-00024

25 - VOCÊ NÃO VAI 4’2" (Paulo Malária) BR-PIZ-13-00025

26 - LOUCOS 2’52" (Paulo Malária) BR-PIZ-13-00026


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NINGUEM PEDIU é
                    o 13º álbum da banda independente de Rock Acidente

Páginas 8 e 1
Folheto págs 8 e 1

Páginas 2 e 3
Folheto pags 2 e 3

Páginas 4
e 5
Folheto pags 4 e 5

Páginas 6
e 7
Folheto pags 6 e 7


CLIQUE AQUI
PARA FAZER DOWNLOAD DO FOLHETO

NINGUÉM PEDIU PLAYLIST
To hear, click on the song name
(a new window will open)

To download, click on the arrow at the right.




ACIDENTE ® - NINGUÉM PEDIU

ZUNGA EZZAET - guitaras, baixo, programação de bateria e backing vocais

PAULO MALÁRIA - teclados, lead (5, 8, 11, 16) and backing vocais

HELIO JENNÉ - lead (tracks 1, 8, 15, 19) e backing vocais



Créditos
Gravado, mixado e masterizado em 2012-2013 por ZUNGA EZZAET
no Estudio Pico do Ezzaet, Nilopolis - Nilopmusic Rules!

Remasterizado em Jan 2014 por Everson Dias no Eversongs
Design por Helio Jenné
Fotos por Paula Delfino, Mala, Selma dos Santos e Otacílio
Notas de capa por Sleeve Noter

Acidente, Paulo Malaria e Stolen Records são marcas registradas. Todos os direitos fonográficos reservados ao produtor. Todos os direitos de publicação pertencem aos compositores. Vedada qualquer reproduçao sem autorização, etc.

ESTE NÃO É UM DISCO "INDIE", MAS UM DISCO INDEPENDENTE DE VERDADE.

Acidente® não tem agentes ou representantes na ocasião do lançamento deste lançamento. Todos os contatos devem ser feitos diretamente com a produção. O ACIDENTE não se apresenta ao vivo exceto em raríssimas ocasiões que nunca acontecem.

Agradecemos uma vez mais ao Marcelo Bacha Spindola (www.editioprinceps.com) pelo código de barras e ao Rodrigo Araujo pela imagem.
Produzido por PAULO MALÁRIA para a STOLEN RECORDS (a Fake Enterprise)
Produtor executivo – Paulo Izecksohn
 
Produzido por PAULO MALÁRIA para a STOLEN RECORDS (a Fake Enterprise)

ProdutorExecutive producer - Paulo Izecksohn


ACIDENTE - CP 56037 - RIO, RJ - 22290-970 - REP. OF BRAZIL
paulomalaria@acidente.ac
zungaezzaet@hotmail.com
hljenne@globo.com
stolenrecords@acidente.ac



Ninguém
                              Pediu rótulo
Rótulo de 'Ninguém Pediu'

"Quando gasta um vem outro"





"Antes da explosão"
Artigo de Arthur Dapieve

Como publicado in O Globo, em 5 de agosto de 2011
Ilustração: Cláudio Duarte

 Artigo Arthur Dapieve em O Globo
                      - 5 de agosto 2011


Como tanta música na vida, inclusive o Clash, quem me apresentou ao Acidente foi Ana Maria Bahiana. Na virada dos anos 1970 para os 80, ela escrevia para a revista "Som Três". Até aí morreu o Neves, embora o Exequiel ainda estivesse vivo e bem: como quase todo mundo que importava, Zeca também escrevia na revista editada por Maurício Kubrusly. A publicação da Editora Três se dedicava a dois animais hoje em extinção, salvo num ou noutro santuário tecnológico: discos e equipamentos de som.
No começo dos anos 1980, vivíamos, nós, roqueiros por formação, à espera de um Messias, alguém que naturalizasse o rock como forma de expressão jovem e urbana no Brasil. Antes, tivéramos Rita e Raul, claro, mas eles eram únicos. Mais recentemente, tínhamos tido Gang 90 & As Absurdettes, de Julio Barroso, que, aliás, era outro que escrevia na "Som Três". Não havia sido o bastante para formar uma massa crítica, não ainda, não antes da explosão da Blitz, em meados de 1982. Estávamos órfãos.

A música popular brasileira da época não nos dizia muita coisa, preocupada que estava em driblar a Censura Federal com metáforas cada vez mais herméticas ou em apenas se autocongratular. De vez em quando até ouvíamos coisas muito legais, que certamente não ignoravam que no vasto mundo lá fora  havia o tal do Roquenroll: Novos Baianos, A Cor do Som, 14-Bis, Kleiton e Kledir. No entanto, elas estavam mais próximas da "linha evolutiva" das músicas baiana, mineira ou gaúcha do que do rock.
Nesse contexto de alta ansiedade, a "Som Três" de janeiro de 1982 trazia mais uma resenha da Ana Maria Bahiana, dedicada ao LP de um quinteto de rock chamado Acidente. No texto, ela se lembrava que seu líder - um cara que atendia por Paulo Malária e, só por isso, já atiçava minha curiosidade punk - costumava passar na redação do "Jornal da Música" e fazer comentários ácidos sobre a forma física dela, Ana Maria. A crítica não foi vingativa. Ao contrário, foi um alento para banda e leitores.
Naquele estilo muito próprio, Ana Maria tentava imaginar o que se passava na cabeça do pessoal do Acidente para lançar, em junho do ano anterior, um LP petulante como aquele "Guerra Civil". Ela escreveu: "Olha, foda-se a MPB, nós gostamos mesmo é de rock'n'roll, nós só ouvimos rock'n'roll a vida toda, então é isso que sabemos e queremos fazer". Nem era preciso elogiar mais (e Ana Maria elogiava) para fazer um menor de idade copacabanense sair à cata do primeiro LP independente do rock carioca.

Tenho-o ainda hoje. Por isso, fiquei feliz ao descobrir que, em comemoração ao aniversário de 30 anos, ele está saindo pela Stolen Records junto com o segundo LP, "Fim do Mundo" (1983), e o EP "Piolho" (1985). Os três reunidos num CD batizado "Rock", singelamente. "Piolho" inclui a profética "Camarada Mao": "A China se tornou capitalista/ com ganas de ser logo a primeira da lista/ O chinês agora/ É consumidor/ Ar-condicionado, geladeira, fogão/ Já era o comissário do povo/ A onda agora é patrão."

"Guerra Civil", o LP pioneiro, ainda não era a senha para a chegada do Messias roqueiro. Porém, como a Ana Maria tinha sacado, ele era tocado com tal convicção que isso nemtinha lá tanta importância. Ninguém naquele tempo - ou, pensando bem, em qualquer outro - tinha a cara de pau de fazer uma música chamada "O assassinato de Trotsky". Apesar do sarcasmo e olho feroz na política, o Acidente não era punk, musicalmente. Fazia era uma salada de subgêneros do rock, mais blues e country, com ecos de Raul, Mutantes, Sá & Guarabira. Um elo perdido entre o "antes" e o "depois".

No CD que teve de ser tirado diretamente das imperfeições de um LP, é tocante como Malária (voz e teclados), Helio Jenné (voz e violão), Fernando Sá (guitarras), Guto Rolim (baixo), Zeca Pereira (bateria) e convidados dizem coisas como "Quem os deuses querem destruir primeiro/ Enlouquecem com o veneno da ciência/ e a paranóia" ("Loucos") ou "Sei que sou melhor do que vocês/ Só não quero que me chamem defensor da causa pública/ Se eu pudesse eu lhes faria sofrer" ("Eu ainda amo vocês").
Nos bares do circuito roqueiro do Rio no início dos anos 1980, como o Western ou o Emoções Baratas, o Acidente fazia apresentações provocativas difíceis de sequer se imaginar numa época em que o grande público é tão adulado. O botafoguense Malária anunciava com antecedência que iria queimar uma camisa do Flamengo, semprte salva na hora H por outro membro da banda. Akiás, você lembra de ter visto há pouco tempo, nos telejornais esportivos, um sujeito de óculos tocando uma escaleta na arquibancada de São Januário, em protesto contra alguma má fase do Botafogo? Malária.

Malária, ou melhor, Paulo Izecksohn, felizmente mantém suas paixões. Graças a ele, um Acidente continua na ativa, como grupo de rock progressivo, subgênero que já estava lá nos sulcos de "Guerra Civil". A propósito, o bom "Gloomland" de 1994, plena fase prog, está sendo relançado em CD com faixas-bônus. Dá para os menores de idade de hoje terem uma ideia de como fazer rock no Brasil já foi um negócio bem perigoso.

*****
Dois sinais de que o Brasil está ficando menos inteligente. O fim do programa de entrevistas "FrenteVerso", de Marcos Lacerda, na Inconfidência FM, de Belo Horizonte. E a censura insuflada pelo DEM a "A Serbian fil", de Srdjan Spasojevic.

E-mail: dapieve@globo.com.br

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'Ninguém Pediu' capa de trás
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Convidados

Kelce Moraes
Vocais nas faixas 3, 13 e 22
Kelce Moraes - Vocal on tracks 3,13 and
                      22

Roger Gaita
Harmonica
nas faixas 8 e 16
Roger Gaita - Harmonica nas faixas 8 and
                      16
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Slideshows and Lyrics

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A Última Geração de Incompetentes
Helio Jenné / Raul Branco

A primeira coisa a fazer
O primeiro passo a dar
É realmente possuir o amor dentro de nós

Às vezes eu fico pensando
Se vale a pena ou não
Construir um oásis
No meio de um pantanal

Amigo você não sabia, a esperança foi
brutalmente assassinada
Pela última geração de incompetentes

A primeira coisa a fazer
O primeiro passo a dar
É realmente possuir o amor dentro de nós

Amigo você não sabia, a esperança foi
brutalmente assassinada
Pela última geração de incompetentes


incompetentes
incompetentes
incompetentes


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Por quem Os Sinos Dobram
Paulo Malária



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Por Nós
Helio Jenné / Nina Victor / Leandro 'Kiazer' Brasil


Que o encanto
Não se quebre
Que se

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Ontem Foi Dia de Rock
Paulo Malária


 
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It's Ao Completed to Me
Paulo Malária



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Discurso do Exmº
Paulo Malária



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Rock Rural
Paulo Malária

Vacas mugem na estrada
Eu dei uma cagada
Vou dizer que foi as vacas
Vou dizer que não fui eu
Vou dizer que essa cagada é espacial e que do céu desceu


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Flauta Chacal
Fernando Santos


Como aquele bando de patos que ontem passou por aqui


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Leavin' Home
Paulo Malária


Leavin' home
Oh I'm leavin' home

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De Tempos e Costumes

Zeca Pereira


As coisas estão indo de mal a pior

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Ave do Paraíso
Paulo Malária




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As Emoções Imorredouras do Rock and Roll
Paulo Malária


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Sol e Lua
Helio Jenné/ Nina Victor/Leandro 'Kiazer' Brasil

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Down By the Highway
Paulo Malária

 


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Pobre Mangue
Paulo Malária



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Hora do Show
Helio Jenné/Rauç Branco


 
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Eu Não Tinha Nada Pra Fazer
Paulo Malária



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A Lenda do Coelhinho
Paulo Malária



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Morcegos Vermelhos
José Carlos Teixeira



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Metamorfose
Paulo Malária



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Ode a Mim
Paulo Malária



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Confessional
Helio Jenné/Nina Victor/Leandro 'Kiazer' Brasil



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Pão e Sopa
Paulo Malária


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(Você Andou) Fumando Maconha
Paulo Malária


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Você Não Vai
Paulo Malária


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Loucos
Paulo Malária


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